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| O Mundo das Trevas - Livro de Regras |
Todos nós já tivemos um dia, ou uma noite dessas, a impressão de que há algo de errado com o mundo, de que nem tudo é o que parece ser. Somos espertos demais para acreditar em magia, criaturas sobrenaturais e superstições primitivas. Mas à noite, quando as sombras se alongam e o vento ulula, estremecemos e lembramos que talvez nossos ancestrais tivessem bons motivos para temer as trevas.
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| Lobisomem: os Destituídos |
Os lobisomens simbolizam tudo o que a humanidade teme na natureza: a idéia de servir de presa a algo mais forte. Simbolizam um mundo que não gosta dos seres humanos, que nos vê apenas como caça. Mas, e se uma mente racional estivesse por trás dessa selvageria? E se os lobisomens se insinuassem entre nós, não porque foram amaldiçoados a se tornar menos que humanos, mas porque foram transformados em algo mais? |
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| Vampiro: o Réquiem |
Vampiros: criaturas da noite que bebem sangue. Abominações nascidas das trevas cujo único objetivo na vida ― não-vida, na verdade ― é saciar sua sede devassa com o sangue dos vivos. Os vampiros são monstros. Mas os monstros não precisam ser horrores irracionais e insensíveis. Os vampiros podem suplantar a maldição da imortalidade e se tornar até mesmo heróis. |
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| Os Ritos do Dragão |
O que sou? Fui um tirano, um guerreiro e um daqueles que tombaram no campo de batalha. Fui cristão, andarilho e inimigo de Deus. Mendiguei e matei, torturei e salvei, jurei lealdade e traí. Morri e retornei, e bebo sangue quente. Meu nome é Vladislaus, antigo Príncipe da Valáquia, antigo comandante de exércitos. Chamado Tepes, chamado Kazîglu Bey, chamado Drácula, sou hoje muito mais do que fui. E também, talvez, muito menos. |
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