

Nome: Allan
Apter
Profissão: Estudante/Estagiário
Idade:
21 anos
Por
que Pokémon?
Pois ele exige estratégia, uma dose de elaboração
e ainda assim a diversão se mantém, a
um custo × benefício legal.
Há quanto tempo você joga Pokémon?
Jogo desde 1999, com algumas paradas: 2003 para
vestibular e entre 2006 e 2007 devido a motivos pessoais.
Qual é o seu Pokémon preferido?
Não sou de acompanhar o anime, porém
o Dragonite é um que sempre
se destaca para mim.
Qual é o card que não pode faltar no seu
deck?
No formato DX-on, Holon Transceiver,
com certeza. Para este novo formato acredito que Holon
Mentor ainda será amplamente usado.
Quando você venceu o Nacional, como imaginava
que seria esta viagem ao Hawaii?
Imaginava que seria uma experiência única:
disputar um torneio mundial e ainda curtir as belezas
do Hawaii.
Como foi seu treinamento para o Mundial?
Não tive um treinamento muito efetivo, pois
meu tempo é escasso. Acompanhei reports dos nacionais
de fora e por fim, após o nacional americano,
comecei a elaborar minhas possíveis escolhas.
Qual o deck que você usou? Porque escolheu batalhar
com ele?
Utilizei um R-Gon com Meganium
d. A escolha foi devido a 2 fatos:
Qual foi a principal dificuldade que você teve
no torneio?
Nenhuma, que me lembre.
Qual foi o momento mais crítico que enfrentou
no Mundial?
Na 2ª rodada, ao começar apenas com
um Trapinch, sem Supporters
ou Transceivers. Oponente de Lucarilutions
(Lucario + evoluções EX do Eevee) evoluiu
Riolu para Lucario no 2º turno e me nocauteou.
Aí eu sabia que não faria mais Top16.
O que você mais gostou no Mundial?
Ter feito muitas amizades, em especial com o pessoal
da Dinamarca: Steffen Eriksen, Steffen From, Peter,
Tais, Lars e todo o resto.
Poder praticar meu inglês e alemão também
foi bacana.
Qual o brinquedo ou objeto Pokémon mais legal
que você viu?
A deckbox nova e os sleeves
da Misterious Treasures dados no pré-release.
Antes de disputar o Nacional e o Mundial de 2007, você
já tinha participado de algum grande evento?
Sempre participei dos Real Master de Curitiba,
tendo ganhado 2 deles. Sem contar regionais por aqui
mesmo e os Nacionais de 2005 e 2006,
em que tinha tido meu melhor resultado: 6º lugar.
Como você monta seus decks, ou melhor, como escolhe
os cards com que irá batalhar?
Geralmente eu seleciono alguns arquétipos
e adapto-os ao meu estilo.
Mas algumas vezes elaboro decks que vejo potencial na
estratégia.
Quais dicas você daria para quem está começando
agora? E para quem deseja chegar a competir em um Mundial?
Para quem está começando eu diria
para nunca esquecerem que o real propósito de
Pokémon é a diversão, que sejam
persistentes nas derrotas, pois ninguém nasce
sabendo, e podem ter certeza que nós mais perdemos
do que ganhamos, sempre.
Para
quem deseja competir em um mundial, também não
se esqueçam da diversão. Não façam
dos cards sua vida, eles são apenas um complemento
dela, a partir desse momento cada pequena vitória
já não tem mais importância e cada
derrota é o fim do mundo.
O que falta para os treinadores brasileiros chegarem
ao nível dos melhores do mundo?
Alguns brasileiros já têm este nível,
cada um ao seu estilo de "deckbuilding" e
"gameplay", e eles sabem quem são.
Aos
que desejam aprimorar-se para elevar o nível,
é sempre ficar antenado ao que fazem lá
fora, seja por Internet, seja fazendo contato com alguém
de fora, etc.
Tem alguma coisa que gostaria de dizer sobre o hobby
do card game ou sobre qualquer sugestão para
melhorar o Pokémon no Brasil?
Para melhorar o Pokémon no Brasil, primeiro
necessitamos de um terreno fértil, favorecido
pela Devir: Pré-releases, mais torneios com ranking,
etc.
Após isso, os treinadores terão condições
de incorporar novas pessoas ao card-game.
Se tivesse que escolher uma palavra para descrever sua
viagem ao Hawaii, qual seria?
Inexplicável!
Por fim, segue o deck utilizado por Allan: