Cárcere Privado

Cárcere Privado


Neste livro são reproduzidas 100 gravuras, tiradas a partir de matrizes em metal, produzidas - intercaladamente com outras criações - nos últimos cinco anos, nas técnicas de água-forte, água-tinta e ponta seca. Nesse livro noturno, todas as imagens - com predomínio absoluto da cabeça - voltam-se para situações que dizem com o aprisionamento, assim entendido tanto aquele promovido por terceiros como o que a própria pessoa às vezes se impõe. São seus personagens, dentre outros, o apanhado vivo, o acusador, o anjo roto, o alcagüeta, apostadores arredios, ásperos, crespos, os cães, os ébrios, os espiões, os indagantes e tantos que andam por aí juntamente sós.

O livro, em edição bilíngüe, contém posfácios e texto de orelha desenvolvidos por Alberto Beuttenmüller (crítico de arte e curador da 14ª Bienal de São Paulo), Carlos Perktold (crítico de arte e psicanalista), Nelson Screnci (artista plástico e professor de História da Arte) e Fabrício Carpinejar (poeta).

Para Beuttenmüller, "As personagens de VR criam uma linguagem expressiva e única na arte brasileira". Para ele, "O cirurgião gravador não corta para curar, mas para fazer surgir o mal na face de cada um, ao analisar tais almas perdidas nos desvãos da vida", acrescentando que "Essas figuras encarceradas são, ao mesmo tempo, vítimas e algozes de suas próprias condições humanas."

Perktold interpreta: "Cada lâmina é um afiado texto, cheio de metáforas e mensagens subjacentes, capturando o espectador nesse belo cárcere privado no qual Valdir Rocha nos vai aprisionando a cada nova mirada. (...) Cárcere Privado ficará como belo registro de uma época prisioneira da violência ou à procura ou à espera de novo Iluminismo."

Segundo Screnci, "anônimos ou não, os desenhos que este livro contém estão vinculados a um universo de indivíduos não tão fantasiosos quanto parecem" e "numerosas associações poderiam ser feitas a partir dessas caras, um tanto estranhas, mas de certo modo familiares", lembrando que "Todas se parecem um pouco com os seres que diariamente assistimos encenar o grande drama da convivência."

Carpinejar resume: "Valdir Rocha apresenta a solidão do cárcere. Mas, não se engane, é a solidão que havia antes no corpo. Na cela do corpo. Seres temerosos, em bando ou apartados, como se estivessem cuidando os lados, despistando, desviando, distraindo, dissimulando. (...) As figuras observam a si mesmas, envaidecidas de suas malícias, mutilações, tatuagens e desejos. São observadas antes de observar. Flagradas. Denunciadas."

O autor

Valdir Rocha nasceu na cidade de São Paulo, onde vive. Dedica-se às artes plásticas, como autodidata, desde 1967, nos domínios da escultura, da pintura, do desenho e da gravura. Realizou diversas exposições individuais.

Parte diversificada de sua produção, está reunida nos seguintes livros: Títeres de Ninguém, Letras Contemporâneas, Florianópolis, 2005; O Desenho de Valdir Rocha, de Mirian de Carvalho, Escrituras, São Paulo, 2004; A Escultura de Valdir Rocha, de Péricles Prade, Escrituras, São Paulo, 2004; Gravuras em Metal, Artemeios, São Paulo, 2002; Xilogravuras, Escrituras, São Paulo, 2001; Intimidades Transvistas, Escrituras, São Paulo, 1997; e Mentiras, Verdades-meias & Casos Veros, Escrituras, São Paulo, 1994

BREVE CRONOLOGIA

2005
· Exposição individual A Memória Primordial de Valdir Rocha (esculturas, desenhos e gravuras em metal), na Galeria da ACAP, em Florianópolis, com texto de apresentação de Osmar Pisani, novembro/dezembro.
· Lançamento do livro Títeres de Ninguém (Florianópolis: Letras Contemporâneas), com 61 textos em versos e igual número de reproduções de gravuras em metal.

2004
· Lançamento do livro A Escultura de Valdir Rocha, de Mirian de Carvalho (São Paulo, Escrituras), com 105 reproduções.
· Lançamento do livro O Desenho de Valdir Rocha, de Péricles Prade (São Paulo, Escrituras), com 156 reproduções.
· Exposição individual Impressões Digitais (esculturas), na Galeria da Paulista - Conjunto Cultural da Caixa, em São Paulo, com texto de apresentação de Jorge Anthonio e Silva, outubro/dezembro.
· Exposição individual Valdir Rocha - Esculturas e Desenhos, na Galeria de Arte IBEU, no Rio de Janeiro, com texto de apresentação de Mirian de Carvalho, outubro/novembro.

2002
· Lançamento do livro Gravuras em Metal (São Paulo: Artemeios) com texto de apresentação de Carlos Soulié do Amaral, com 127 reproduções.
· Lançamento do livro Cabeças (São Paulo: Arte Aplicada), com reproduções de pinturas e esculturas em bronze, texto de apresentação de Péricles Prade e texto de orelha de Sabina de Libman.
· Exposição individual Domínios e Dominações (xilogravuras e gravuras em metal, inclusive matrizes), na Sala Mário Pedrosa, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, com texto de apresentação de Péricles Prade, setembro.

2001
· Lançamento do livro Vagas Lembranças (São Paulo, Quaisquer), com 27 xilogravuras de sua autoria, acompanhadas de poemas de Álvaro Alves de Faria, criados a partir daquelas.
· Lançamento do livro Nus Frontais (São Paulo, Quaisquer), com 16 xilogravuras de sua autoria, acompanhadas de poemas de Raquel Naveira, criados a partir daquelas.
· Lançamento do livro Sete (São Paulo, Quaisquer), com 25 xilogravuras de sua autoria, acompanhadas de poemas de Celso de Alencar, criados a partir daquelas.
· Lançamento do livro Memórias (São Paulo, Quaisquer), com 17 xilogravuras de sua autoria, acompanhadas de poemas de Eunice Arruda, criados a partir daquelas.
· Lançamento do livro Xilogravuras (São Paulo, Escrituras), com 113 xilogravuras reproduzidas e apresentação de Nelly Novaes Coelho.

1998
· Lançamento do livro Fui Eu (São Paulo: Escrituras), volume em que 41 poetas brasileiros, sob a coordenação de Eunice Arruda, escrevem poemas em torno de uma única pintura que lhes serve de ponto de partida. Participam do volume: Alcides Buss, Álvaro Alves de Faria, Álvaro Faleiros, André Carneiro, Anibal Beça, Aristides Sergio Klafke, Astrid Cabral, Beatriz Helena Ramos Amaral, Carlos Nejar, Celso de Alencar, César Leal, Cláudio Willer, Donizete Galvão, Dora Ferreira da Silva, Eunice Arruda, Fernando Py, Flávia Savary, Iacyr Anderson Freitas, Ieda Estergilda de Abreu, João de Jesus Paes Loureiro, Jorge Tufic, Leila Echaime, Leila Miccolis, Lindolf Bell, Lucia Ribeiro da Silva, Luciano Maia, Maria Lucia Dal Farra, Maria Rita Kehl, Neide Arcanjo, Núbia N. Marques, Olga Savary, Orides Fontela, Renata Pallottini, Rodrigo de Haro, Rubens Jardim, Ruy Proença, Samuel Penido, Terêza Tenório, Ulisses Tavares, Urhacy Faustino e Virgilio Maia, com apresentação de Marlise Vaz Bridi.

1996
· Lançamento do livro Intimidades Transvistas (São Paulo: Escrituras) com reprodução de 80 de suas pinturas, ilustradas com poemas de 20 autores, a saber: Alonso Alvarez, Christiane Tricerri, Cristina Bastos, Eunice Arruda, Gonzaga Leão, Hamilton Faria, Helena Armond, Ives Gandra, Jorge Mautner, Marola Omartem, Neide Arcanjo, Nilson Machado, Olga Savary, Pedro Garcia, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, Thereza Motta e Wilson Pereira, com apresentação de Aguinaldo Gonçalves. Nesse volume, inverte-se a ordem usual das edições em que desenhos ou pinturas ilustram textos anteriormente escritos: os poemas partem de algo sugerido pelas pinturas de Valdir Rocha, com elas se harmonizando.

1994
· Lançamento do livro Mentiras, Verdades-meias e Casos Veros (São Paulo: Escrituras), mistifório em que juntou pequenos textos (aforismos etc.) com reproduções de pinturas, esculturas, desenhos etc.

1970
· Exposição individual Os Primórdios, na Galeria do SESC, em São Paulo, com texto de apresentação de José Geraldo Vieira, setembro.


ALGUMAS OPINIÕES SOBRE O TRABALHO DE VALDIR ROCHA

Segundo Sabina de Libman,
"Valdir explora um jogo de várias possibilidades: domínio, submissão, temor e coragem - enfrentamento."

De sua parte, Péricles Prade assinala que a concepção de suas obras
"se funda numa vocação antropocêntrica, sendo evidente na maioria das representações da forma humana, ou, no mínimo, comparece com palpável insinuação de corporeidade dessa estrutura".

Jorge Anthonio e Silva aponta que
"Valdir Rocha é um transgressor de reentrâncias insondáveis, um criador de negros aveludados de aranhas, um lírico poeta de nostálgicos meios tons, de ranhuras sonoras e de uma saudade cruel de tudo o que um dia poderá ser."

Para Nelly Novaes Coelho,
"compreende-se a essencialidade do ícone escolhido pelo artista: a cabeça (sede do conhecimento), com olhos abertos (é do ver que chegamos ao conhecer) e sem orelhas (faz-se urgente ouvirmos a voz interior e não mais a voz exterior - hoje reduzida a simples ruído, que só pode perturbar o caminho da busca). É, pois, de busca que se trata."

Carlos Soulié do Amaral aponta traço urbano na obra do artista:
"Séria, profunda e densa, a caligrafia de Valdir Rocha parece emergir da fuligem que impregna o ar, as ruas, as calçadas e as paredes das metrópoles onde a vida trepida impregnada dos gases e fumaças que conspurcam tudo." E acrescenta que "Valdir Rocha descobriu e encontrou sua arte e a si próprio na prática da ação; na luta de buscar, experimentar, fazer e refazer, construir e destruir até alcançar a forma e a expressão condizente com o que quer transmitir. Ele não é fruto dessa ou daquela escola nem defensor e exemplo da teoria A, B ou Z. É um independente persistente."

Osmar Pisani assinala que
"A obra de Valdir Rocha define-se por um inquietante estranhamento, que antecipa a insólita visão facial, no limiar do inefável. Sente-se, no ritual de percepção estética do artista, a memória primordial do mundo, como um perpétuo movimento em torno do pavor ancestral, do medo, da destruição, do sublime, do imutável."

Para Mirian de Carvalho,
"No trabalho de Valdir Rocha, o estranhamento se inicia pelo motivo apreendido como fragmento. Na quase totalidade dos trabalhos, o artista esculpe, desenha, pinta e grava Cabeças. Arquétipo e centro de sentidos do ser, as Cabeças integram uma plêiade de fisionomias reveladoras de sentimentos, paixões e atos próprios dos humanos. A partir dessa matriz simbólica, Valdir Rocha reúne um rebanho de seres diversos e aparentados. Figuras míticas. Animais. Objetos. Vegetais. Fenômenos da natureza. Seres Humanos."


BIBLIOGRAFIA DE E SOBRE SEU TRABALHO

ALENCAR, Celso. "A Poesia de Valdir Rocha". Texto de orelha do livro Sete (poemas de Celso de Alencar / xilogravuras de Valdir Rocha). São Paulo, Quaisquer, 2001.

AMARAL, Carlos Soulié do. "Valdir Rocha e o Balé da Multidão". Texto de apresentação do livro Gravuras em Metal. São Paulo: Artemeios, 2002.

ARRUDA, Eunice (org.). Fui Eu. Escrituras, São Paulo, 1998. Volume com a participação dos seguintes poetas: Alcides Buss, Álvaro Alves de Faria, Álvaro Faleiros, André Carneiro, Anibal Beça, Aristides Sergio Klafke, Astrid Cabral, Beatriz Helena Ramos Amaral, Carlos Nejar, Celso de Alencar, César Leal, Cláudio Willer, Donizete Galvão, Dora Ferreira da Silva, Eunice Arruda, Fernando Py, Flávia Savary, Iacyr Anderson Freitas, Ieda Estergilda de Abreu, João de Jesus Paes Loureiro, Jorge Tufic, Leila Echaime, Leila Miccolis, Lindolf Bell, Lucia Ribeiro da Silva, Luciano Maia, Maria Lucia Dal Farra, Maria Rita Kehl, Neide Arcanjo, Núbia N. Marques, Olga Savary, Orides Fontela, Renata Pallottini, Rodrigo de Haro, Rubens Jardim, Ruy Proença, Samuel Penido, Terêza Tenório, Ulisses Tavares, Urhacy Faustino e Virgilio Maia, com apresentação de Marlise Vaz Bridi;
___. "A Xilogravura de Valdir Rocha". Texto de orelha do livro Memórias (poemas de Eunice Arruda / xilogravuras de Valdir Rocha). São Paulo, Quaisquer, 2001.

BITTENCOURT, Elaine. "Artes Plásticas - Cansado da Reclusão". Jornal Investnews - Gazeta Mercantil, de 26/04/2002.

BRIDI, Marlise Vaz. "Imagem puxa Palavra". Texto de apresentação do livro Fui Eu. Escrituras, São Paulo, 1998.

CAMARGO, Lúcia Helena de. "As Cabeças de Valdir Rocha". Diário do Comércio, de São Paulo, 24/11/2004. Disponível nesse site. Acesso em 20/07/2006.

CARVALHO, Mirian de. A Escultura de Valdir Rocha. São Paulo, Escrituras, 2004.
___. "Bronzes e Linhas: Esculturas e Desenhos de Valdir Rocha". Texto de apresentação do catálogo da exposição Valdir Rocha - Esculturas e Desenhos, Galeria de Arte IBEU, Rio de Janeiro, 2004.
___. "O Jardim das Cabeças de Bronze: Visitação às Esculturas de Valdir Rocha". Revista Agulha nº 34, Fortaleza/São Paulo, maio/2003. Disponível em www.revista.agulha.nom.br/ag34rocha.htm. Acesso em 20/07/2006.
___. "O Mito de Jano na Escultura de Valdir Rocha: as Múltiplas Faces do Tempo e das Portas", Dialoghi Rivista di Studi Italici n. 1/2, vol. V. Rio de Janeiro: PROITA-UERJ, 2003, pp. 107-113.

COELHO, Nelly Novaes. "Xilogravura e Enigma". Prefácio do livro Valdir Rocha - Xilogravuras. São Paulo: Escrituras, 2001.

FARIA, Álvaro Alves de. "A Gravura de Valdir Rocha". Texto de orelha do livro Vagas Lembranças (poemas de Álvaro Alves de Faria / xilogravuras de Valdir Rocha). São Paulo, Quaisquer, 2001.

FEITOSA, Soares. "Email para um jovem poeta". Disponível aqui. Acesso em 20/07/2006.

FERREIRA, Eduardo. "A Densa Carga Explanatória de um Poema sobre Tradução". Rascunho nº 77, setembro/2006, p. 2.

GONÇALVES, Aguinaldo. "Intimidades Transvistas, um Passeio Intersemiótico". Texto de apresentação do livro Intimidades Transvistas. São Paulo: Escrituras, 1996.

KIKUTI, Mônica. "Cabeças são Foco de Exposição em São Paulo". Jornal de Jundiaí de 5/5/2002.

LIBMAN, Sabina de. Texto de orelha do livro Cabeças (pinturas e esculturas de Valdir Rocha). São Paulo: Arte Aplicada, 2002.

MARTINS, Floriano. "Os Vasos Incomunicantes". Revista Agulha nº 47, Fortaleza/São Paulo, set./2005. Disponível aqui, acesso em 20/07/2006. Publicado também no Jornal da ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte) nº 10, maio/2006.

NAVEIRA, Raquel. "Valdir Rocha: o Gravador de Natureza Teatral". Nus Frontais. São Paulo, Quaisquer, 2001.

OMARTEM, Marola. "Poucas Palavras". Texto de orelha do livro Títeres de Ninguém. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2005.
___. [Títeres de Ninguém: um Livro Escrito para minhas Orelhas]. Revista Agulha nº 49, Fortaleza/São Paulo, jan./2006. Disponível aqui. Acesso em 20/07/2006.

PISANI, Osmar. "Memória Primordial". Texto de apresentação do catálogo da exposição A Memória Primordial de Valdir Rocha, Galeria da ACAP, Florianópolis, 2005.

PRADE, Péricles. O Desenho de Valdir Rocha. São Paulo, Escrituras, 2004.
___. "Domínios e Dominações". Texto de apresentação do catálogo da exposição Domínios e Dominações, Sala Mario Pedrosa, São Paulo, 2002.
___. "Do que se chama Cabeça ou Cabeças e Outras Incursões". Texto de apresentação do livro Cabeças - Valdir Rocha. São Paulo: Arte Aplicada, 2002.
___. "Poética das Massas". Suplemento "Anexo", de A Notícia, de Joinville, de 18/12/2001.

ROCHA, Valdir. Cabeças. São Paulo: Arte Aplicada, 2002.
___. Gravuras em Metal. São Paulo: Artemeios, 2002.
___ . Intimidades Transvistas. São Paulo: Escrituras, 1996. Volume com a participação dos seguintes poetas: Alonso Alvarez, Christiane Tricerri, Cristina Bastos, Eunice Arruda, Gonzaga Leão, Hamilton Faria, Helena Armond, Ives Gandra, Jorge Mautner, Marola Omartem, Neide Arcanjo, Nilson Machado, Olga Savary, Pedro Garcia, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, Thereza Motta e Wilson Pereira, com apresentação de Aguinaldo Gonçalves.
___. Mentiras, Verdades-meias e Casos Veros. São Paulo: Escrituras, 1994.
___. Títeres de Ninguém. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2005.
___. Xilogravuras. São Paulo, Escrituras, 2001.

ROLLEMBERG, Marcello. "O Casamento da Cor com a Poesia". Jornal da USP nº 413, nov./97. Disponível aqui. Acesso em 20/07/2006.

SILVA , Jorge Anthonio e. "Impressões Digitais". Texto de apresentação do catálogo da Exposição Impressões Digitais, Conjunto Cultural da Caixa, São Paulo, 2004.
___. "Mutatis Mutandis". Texto de orelha no livro Gravuras em Metal - Valdir Rocha. São Paulo: Artemeios, 2002.

VIEIRA, José Geraldo. Texto de apresentação do catálogo da exposição realizada em setembro de 1970, na Galeria do SESC, em São Paulo. Também reproduzido in Valdir Rocha - Xilogravuras. São Paulo: Escrituras, 2001.

WILLER, Claudio. "Valdir Rocha: a Palavra, a Imagem e o Olhar". Revista Agulha nº 38, Fortaleza/São Paulo, abril/2004. Disponível aqui. Acesso em 20/07/2006
 

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