|
|

Violentos assassinatos continuam a aterrorizar a cidade. A polícia e os políticos, totalmente controlados por uma sociedade secreta milenar, estão de mãos atadas. O Detetive Benito Spiaggi luta quase sozinho uma batalha que já parece estar perdida. Não há mais como saber em quem confiar...
Tendo apenas a noite como testemunha, a sensual Camilla e seu impiedoso irmão Drago, arrastam a Tenente Vicky Lenore para dentro dessa teia de intrigas e sedução, que irá fazer transbordar um mar de sangue. Mas a participação inesperada de Aznar Akeba pode mudar radicalmente o rumo de tudo e trazer à tona um segredo cujas conseqüências serão decisivas e destruidoras.
Finalmente no Brasil uma das mais cultuadas séries da nova safra do quadrinho europeu que tem feito sucesso no mundo todo! Escrita por Jean Dufaux e ilustrada por Enrico Marini, a série em quatro volumes PREDADORES mostra uma trama cativante cheia de mistério, ação e sensualidade, e acrescenta um novo capítulo ao gênero de terror das criaturas da noite conhecidas por nós como “vampiros”...
 |
| Enrico Marini |
|
Naturalizado italiano, nasceu em 13 de agosto de 1969 em Liestal, capital do estado de Bâle, na Suíça, na região dos Alpes. Ao longo de sua infância, criava e desenhava histórias em quadrinhos apenas por prazer. Então, incentivado pelos amigos, ele resolveu, aos 14 anos de idade, participar de alguns concursos de HQs. Durante quatro anos (de 1987 a 1991) Marini estudou artes gráficas na Escola de Belas Artes de Bâle. Com influências evidentes do mangá em seu traço, ele é um grande admirador de Katsuhiro Otomo e, também, de artistas europeus, como Hermann e Moebius.
A carreira de Marini teve início em 1987, no Festival de Histórias em Quadrinhos de Sierre, durante um concurso de novos talentos. Cuno Affolter (jornalista suíço e organizador das exposições da Feira de Frankfurt e do Festival de Sierre) ficou admirado com as pranchas desenhadas pelo jovem quadrinista e o apresentou à Alpen Publishers, uma editora suíça que decidiu contratá-lo e passar a ele um roteiro do escritor Marelle chamado La Colombe de la Place Rouge (1990). O sucesso do album foi tão grande, que os editores resolveram fazer dele o primeiro de uma série chamada Les Dossiers d´Olivier Varese (sobre as aventuras de um jornalista), que teve mais 3 volumes: Bienvenue à Kokonino World (1992, escrito por Thierry Smolderen), Raid sur Kokonino (1992, escrito por Smolderen) e Le Parfum du Magnolia (1993, escrito por Georges Pop).
Ainda em 1992, Smolderen propôs a Marini uma mudança de “ambiente”, fugindo do tom realista das histórias de Olivier Varese para um gênero mais fantástico na ficção científica. Após muitas conversas, surgiu, em 1995, a série Gipsy, cujo personagem-título se distanciava bastante dos clichês dos heróis de então. O primeiro volume dessa coleção de álbuns marcou também sua ida definitiva para a editora Dargaud, que passou a publicar todos os seus trabalhos.
Depois, em 1995, Marini realizou um grande sonho de infância ao desenhar uma história de faroeste: L´Etoile du Désert (escrita por Stephen Desberg). Em 1998, sua parceria com Jean Dufaux na bem-sucedida série Rapaces (Predadores no Brasil) o deixou famoso no mundo todo. Dois anos depois, uma vez mais ao lado do roteirista Desberg, o talentoso desenhista ilustrou o primeiro volume da série de época Le Scorpion, que ainda continua sendo publicada. Seu trabalho mais recente é Les Aigles de Rome, no qual, além da arte espetacular, ele também é o criador e escritor. O primeiro volume dessa nova série foi lançado em 2007.
Ganhador de vários prêmios na Europa, Enrico Marini é, sem dúvida, um dos expoentes da nova geração de quadrinistas que tem conquistado fama e respeito no mundo todo graças ao seu estilo único, que mescla com muito bom gosto o estilo dinâmico dos mangás à sofisticação narrativa dos quadrinhos europeus.
|
| Jean Dufaux |
|
Nasceu em 7 de junho de 1949, na cidade de Ninive, Bélgica. Apaixonado por cinema, ele estudou no Instituto de Artes e Difusão, em Bruxelas. De 1969 a 1973, ele se familiarizou com as técnicas cinematográficas que influenciariam seus textos nas histórias em quadrinhos. Depois, escreveu artigos para a Ciné-Presse (revista dirigida aos profissionais de cinema), além de peças infantis de teatro e alguns romances.
Em 1983, ele decidiu dar prioridade aos quadrinhos e sua porta de entrada foi o periódico semanal Tintin, no qual escreveu em parceria com o roteirista Vernal a série Brelan de Dames, com desenhos de Renaud. Depois, foram lançadas as séries Jessica Blandy (1987, pela Dupuis), Enfants de la Salamandre (1988, pela Daugaud) e Santiag (1991, pela Glénat), todas desenhadas por Renaud.
Em parceria com o ilustrador Griffo, ele criou Beatifica Blues (1986, Dargaud), que ganhou uma continuação chamada Samba Bugatti (1992, Glénat). A partir de 1987, a dupla produziu a série Giacomo C, e, em 1991, uma biografia ilustrada do Marquês de Sade. No ano seguinte, com os desenhos de Marc Malés, adaptou o romance A Morte do Leopardo, de Ernest Hemingway, e o filme Porcile, de Pier Paolo Pasolini, com ilustrações de Massimo Rotundo (Glénat).
Paralelamente, em 1985, Dufaux parte para outras aventuras: Melly Brown (Miroir), ilustrado por Xavier Musquera; La Toile et la Dague (Dargaud), com a arte de Édouard Aidans; e Le Maitre des Brumes (Circus), desenhado por Eric. Em 1988 e 1990, ele lança pela Glénat Jardins de la Feur (com Eddy Paape e Sohier) e Chelsy (com Joris).
Em 1991, ele cria duas novas séries, Fox e Avel (Glénat), e começa a trabalhar com novos talentos como Nicaise, em Sang de Lune (Glénat), e nomes consagrados como Grzegorz Rosinski, com quem criou a série La Complainte des Landes Perdues (1993, Dargaud).
Seus próximos trabalhos, entretanto, iriam definir seu estilo como um dos mais variados dos quadrinhos, indo do suspense ao histórico, até o fantástico e o faroeste: Niklos Koda (com Grenson), Les Voleurs d´Empires (com Jamar), L´Imperatrice Rouge (com Adamov ), Jaguar (com Bosschaert), Les Rochester (com Wurm), Murena (com Delaby), Djinn (com Miralles), Les Enfers (com Paolo Eleuteri Serpieri) e Rapaces (batizada no Brasil como Predadores, ilustrada por Marini). Traduzido em mais de dez línguas pelo mundo, os álbuns assinados por Dufaux têm conquistado uma legião de fãs e ganhado inúmeros prêmios durante mais de vinte anos de carreira. Sem jamais deixar de lado seu trabalho como roteirista de quadrinhos, Dufaux trabalha atualmente numa adaptação para a TV de sua série Giacomo C.
|
| Preview |
|
| A Coleção |
|
| Outras
informações |
PREDADORES - Volume IV
Formato: 21 cm × 28,0 cm
Estrutura: 64 páginas coloridas cores em papel couchê 115 g/m²
Capa: Cartão 250 g/m², laminação brilhante
Editora Original: Dargaud
História: Jean Dufaux
Arte: Enrico Marini |
|
|
|