
Combatente do crime. Defensora da justiça. Apaixonada por pirulitos. Essas são algumas das muitas facetas de Lulu “Luluzinha” Palhares, a esperta e atrevida heroína da coleção da DEVIR que reúne as histórias clássicas da personagem. Os contos antológicos criados por John Stanley e Irving Tripp acompanham Lulu e seus barulhentos amigos em aventuras que variam de situações aflitivas até momentos de pura afeição, cada uma mais hilariante do que a outra.
Na mente inventiva da Lulu, tudo é possível! Se um plano de seqüestro precisa ser frustrado, pode contar com nossa pequena heroína! Um grupo de meninos teimosos não deixa as meninas entrarem no clubinho? Lulu entra em cena! Você tem um garotinho petulante que precisa ser pajeado por alguém ainda mais precoce do que ele? Não esquente a cabeça: a Lulu dá conta do recado!
Aclamada pela crítica especializada mundial e considerada um dos maiores clássicos dos quadrinhos já publicados, Luluzinha é um tesouro para todas as idades, com histórias divertidas e arrojadas o bastante para resistir à passagem do tempo.
Saiba Quem é Quem em Luluzinha.
Comentários
Luluzinha era um dos meus gibis favoritos na minha infância. Simples o bastante para a garotada se divertir, porém adequadamente brilhante para arrancar gargalhadas dos adultos. É um dos quadrinhos mais subestimados da história.
— Harvey Pekar
(criador de Anti-Herói Americano)
Luluzinha não é apenas um clássico infantil. Ela é um clássico para todas as idades.
— Stan Sakai
(criador de Usagi Yojimbo)
Essas pequenas pérolas são exemplos eternos de humor primoroso e incomparável timing cômico... Como Minduin (Peanuts) e Calvin e Haroldo (Calvin and Hobbes), elas criam todo um universo infantil repleto de clubinhos secretos, lanchonetes favoritas e ameaças fantásticas.
— Publishers Weekly
Uma Breve História da Luluzinha
Luluzinha veio ao mundo através da caneta da cartunista Marjorie “Marge” Henderson Buell em 1935. Originalmente encomendada pela revista The Saturday Evening Post como uma série de charges, Luluzinha cativou o mundo com seu charme. Dez anos depois, ela não somente era a estrela da sua própria revista em quadrinhos, como também tornou-se a célebre porta-voz de uma variedade de produtos de forte apelo comercial.
Luluzinha virou a “queridinha da América” graças aos quadrinhos que passaram a ser publicados em 1945. Enquanto Buell cuidava das divertidas charges originais da Luluzinha, as histórias do gibi foram colocadas nas hábeis mãos da lenda dos quadrinhos, John Stanley.
Ele escrevia e fazia os esboços das revistas, e o artista Irving Tripp era o responsável pela arte-final. Após algumas aparições experimentais nos gibis da Dell, o encanto de Luluzinha era inegável e ela acabou ganhando sua série própria, chamada Marge’s Little Lulu, que foi publicada regularmente até 1984.
Obras da Série
Outras Informações
Luluzinha: o Conquistador
Formato: 16,5 cm × 24,0 cm
Capa:
Colorida, cartão 250 g/m², laminação fosca e reserva de verniz
Miolo:
120 páginas PB em papel off-set 90 g/m²
Roteiro & Arte: John Stanley











