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| Lankhmar - As Aventuras de Fafhrd & Gatuno |
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Desde a sua memorável aparição em 1939, Fafhrd & Gatuno, do escritor Fritz Leiber, figuram entre os mais queridos personagens da literatura fantástica. Suas agitadas aventuras no exótico mundo de Nehwon praticamente definiram, ao lado de Conan, o Bárbaro, de Robert E. Howard, o gênero que conhecemos hoje como “Espada & Feitiçaria” e influenciaram as obras de alguns dos melhores autores da fantasia moderna, incluindo Terry Pratchet, Michael Moorcock e muitos outros.
A raríssima adaptação em quadrinhos de Fafhrd & Gatuno feita pelos lendários quadrinistas Howard Chaykin, Mike Mignola e Al Williamson, publicada originalmente em 1991, é compilada aqui pela primeira vez.
Então, seja bem-vindo às sujas e movimentadas ruas de Lankhmar, uma cidade onde feitiçaria e aventura caminham de mãos dadas!
“Havia dois escritores da velha geração cujas virtudes e destrezas literárias, e talento e sensibilidade, eram admirados pela nova geração. Um era Philip K. Dick. O outro era Fritz Leiber, cuja prosa magistral e perspicácia sutil continuaram a eclipsar nossas habilidades imaturas. Nós o reverenciávamos. E ainda reverenciamos.”
– Michael Moorcock
“Os contos de Fafhrd & Gatuno, de Fritz Leiber, são um gênero em si. Sutis, emblemáticos, cômicos, eróticos e humanos, mesclados com ação verossímil e as criações sinistras de um mestre fantasioso, eles fazem boa parte da ficção de fantasia atual parecer uma coisa morosa e enfadonha.”
– Harlan Elliso
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| Introdução |
Para mim, tudo começou com Edgar Rice Burroughs. Particularmente, com a primeira onda de reedições da Ballantine Books, no começo dos anos sessenta.
Sim, eu sei – Frank Frazetta, Roy G. Krenkel, Ed Emshwiller (isso mesmo, Ed Emshwiller – o cineasta experimental e ex-ilustrador de livros que fez a capa para a edição da ACE Books de The Moonmen). Eu ainda sou capaz de matar alguém para colocar minhas mãos num dos originais de Bob Abbett da primeira edição da série de romances marcianos da Ballantine.
Numa Sexta-feira do dia 25 de outubro de 1963 – lembro-me da data exata porque, no dia seguinte, era o meu bar mitzvah, no qual contaminei umas trinta pessoas com rubéola – fui procurar gibis na loja de doces e não achei nada. Por algum motivo que não estou lembrado, resolvi dar uma olhada na prateleira de livros, e escolhi um romance – um de vários – do cara que criou Tarzan – que eu conhecia dos filmes. Eu sabia que existiam livros, é claro, mas por que deveria me importar com um homem-macaco, não é mesmo?
O romance chamava-se A Fighting Man of Mars, o sétimo da série marciana. Eu comprei, levei para casa, sentei na minha varanda e comecei a ler – e já estava escuro antes de eu conseguir desgrudar meus olhos das aventuras de Tan Hadron de Hastor.
“Desde quando isso vem ocorrendo?”, perguntei ao meu eu de treze anos de idade – e durante os cinco anos seguintes devorei tudo o que ele escreveu, inclusive o material do homem-macaco, e qualquer coisa de outros homens da sua época que, ao menos vagamente, tivesse o sabor dos mundos que Burroughs criou.
Isso finalmente me levou a Robert E. Howard, um escritor sobre o qual eu tinha lido nos fanzines de Burroughs, mas cuja obra só fui ler naquelas fantásticas edições da Lancer Books com as incríveis capas de Frank Frazetta.
E enquanto a trajetória de Burroughs me apresentou a Otis Adelbert Kline – Nossa! Que nomes eles tinham na época, hein? –; John Norman – antes de ele ficar tão pervertido –; Gardner Fox – sim, aquele Gardner Fox (de onde diabos você acha que veio Adam Strange? E não vamos nos esquecer de Allan Morgan, Warrior of Llarn); e Edward P. Bradbury, aliás Michael Moorcock, fazendo um espetacular pastiche de toda a obra de Burroughs – ler Robert E. Howard me apresentou a todo mundo, desde Talbot Mundy e Abraham Merritt, até L. Sprague de Camp – outra vez: que nomes eles tinham na época! – e John Jakes, do onipresente Michael Moorcock até Karl Wagner. Mas, mais importante ainda, a febre “Espada & Feitiçaria” que Howard criou com seu bárbaro cimério me conduziu ao provavelmente mais espirituoso e sofisticado escritor trabalhando no gênero, Fritz Leiber, o homem responsável por Lankhmar, Fafhrd e Gatuno.
A primeira história de Fafhrd e Gatuno que li foi Swords of Lankhmar. Pelo que me lembro, esse é o único romance completo apresentando esses dois – e eu adorei – mas, na época, duvido que eu pudesse ter expressado por que, além da sua peculiar birutice, excentricidade de caráter, circunstância e ponto de vista.
Demorou alguns anos – e muita percepção cultural em desenvolvimento – para todo aquele material se ajeitar. O universo de Howard era uma extrapolação do antigo mundo real – como eram aqueles de Jakes, Wagner e de Camp. Moorcock parecia estar escrevendo “Espada & Feitiçaria” como se ele eventualmente fosse possuído pelo equivalente literário de Bosch e Brueghel.
Mas foi somente quando reli Swords of Lankhmar, alguns anos depois, que percebi que Leiber estava escrevendo “Espada & Feitiçaria” para pessoas que gostavam de roman noir – ficção de crime e mistério – e que Lankhmar, no frigir dos ovos, é apenas uma Manhattan ligeiramente mais fantástica – ou, pelo menos, o lado sul da Rua 14, por volta de 1935.
Todos nós ouvimos as histórias sobre esses dois personagens maravilhosos – como Leiber os descobriu na obra de outro escritor – infelizmente, eu esqueci qual foi – e simplesmente os surrupiou, adaptando-os e reformulando-os para atender às suas necessidades – usando a si mesmo como um modelo para Fafhrd, e considerando seu querido amigo, o famoso escritor de ficção científica e editor Stanley G. Weinbaum, a base para o Gatuno.
Na percepção fantasiosa da minha mente, eu posso ver esses dois – Leiber, comprido, magro e ariano – e Weinbaum, pequeno, robusto e semítico – abrindo caminho até a terceira avenida, do Bowery até a Academia de Música. Enquanto eles andam, a insanidade pitoresca dos guetos boêmios miseráveis da baixa Manhattan se transforma, na mente de Leiber, numa rica tapeçaria de uma cidade que nunca existiu.
As igrejas e as sinagogas acabam se tornando os templos dos Deuses de Lankhmar e os Deuses em Lankhmar – duas entidades completamente distintas. As ruas estreitas da baixa zona leste dão origem à Rua Vil – onde os alfaiates imigrantes disputam para ver quem ficará com o papel de Narluf Dedosleves nos dias de hoje. Os bares e prostíbulos estapafúrdios em ruínas se transformam nas espeluncas ordinárias e bordéis que se encontram em cada beco da cidade imaginária.
E mais importante ainda, o próprio Leiber vira o brutal guerreiro Fafhrd, o singular e sarcasticamente extravagante bárbaro – o visitante do deserto gelado, com um machado a tiracolo, que parece um intruso nessa cidade enérgica e agitada – enquanto Weinbaum é o menor, mais enigmático, e ostensivamente mais sofisticado Gatuno, mestre da espada longa e curta, cuja habilidade é mais do que compensadora para os seus desafios verticais – um homenzinho que, no fundo, é tão rústico quanto seu enorme parceiro.
E, assim como todos sabem que as pessoas mais quentes de Nova York, aquelas que agitam as coisas, são as que se mudaram para lá, o mesmo vale para Lankhmar, já que esses dois amigos – transplantados do mundo exterior – são os lankhmarianos arquetípicos: encrenqueiros, agitadores e (quando estão bêbados) loucos por sexo.
Eu encontrei Fritz Leiber só uma vez, há muitos anos. Fui apresentado a ele por Michael Moorcock – e na época Leiber era um homem muito velho – mas um velho que ainda tinha pleno domínio de suas faculdades mentais. Eu estava trabalhando no primeiro volume de Time² nesse período, e foi só quando conheci esse grande homem que percebi como as histórias de Fafhrd e Gatuno exerceram uma grande influência sobre esse trabalho. Se, como eu disse anteriormente, as histórias de Lankhmar são aventuras de “Espada & Feitiçaria” para pessoas que preferem ficção de crime da pesada, então Time² é ficção de crime da pesada para pessoas que adoram “Espada & Feitiçaria”.
Alguns anos antes de escrever essas adaptações, eu desenhei uma revista mensal baseada nas histórias de Lankhmar. Quando, sentado a uma mesa numa convenção, me vejo autografando aqueles gibis antigos, eu tento não me sentir constrangido com a inaptidão do meu trabalho – com a busca bastante óbvia de uma idéia, de um ponto de vista – de uma identidade.
Anos depois, quando surgiu a oportunidade de adaptar as histórias com Mike Mignola, eu senti que finalmente havia encontrado todos aqueles elementos anteriormente impalpáveis do processo criativo – e estava fazendo parceria com um homem que possuía essas coisas de sobra.
Foi um prazer voltar a essas histórias da minha juventude e descobrir que minhas preciosas lembranças a respeito delas eram justificadas – e foi um prazer ainda maior vê-las traduzidas em uma maravilhosa excelência visual por um talentoso mestre dos quadrinhos como Mike.
Eu espero que Mike tenha se divertido as ilustrando tanto quanto eu me diverti as adaptando, e espero que você, por sua vez, goste de ler essas adaptações das magnificamente excêntricas aventuras de “Espada & Feitiçaria” de Fafhrd e Gatuno, os bon-vivants na fabulosa cidade de Lankhmar.
Obrigado por sua gentil atenção,
Howard Chaykin |
| Sobre os autores |
FRITZ LEIBER nasceu em 24 de dezembro de 1910 em Chicago, Illinois. Depois de se formar na Universidade de Chicago, ele freqüentou o Seminário Teológico Episcopal e serviu como padre em igrejas missionárias de Nova Jersey. Depois de uma breve tentativa de atuar na companhia shakespeariana do seu pai, Leiber tornou-se editor da Consolidated Book Publishing Company em Chicago. Sua primeira história foi publicada nesse período – em 1939 – para a revista Unknown. Antes de dedicar-se em tempo integral à sua carreira de escritor, ele também trabalhou como professor de artes dramáticas e como superintendente numa fábrica de aviões durante a Segunda Guerra Mundial.
Leiber foi fortemente influenciado por H. P. Lovecraft e Robert Graves nas primeiras duas décadas da sua carreira. A partir do final dos anos 1950, ele foi influenciado de forma crescente pelos trabalhos de Carl Jung. De 1965 em diante também começou a incorporar elementos de O Herói de Mil Faces, de Joseph Campbell. Apesar de ter escrito uma grande variedade de histórias de fantasia, ficção científica e horror, esse talentoso autor é mais conhecido pelos seus contos de espada e feitiçaria de “Fafhrd and The Gray Mouser”. As histórias, diferenciadas pelo ritmo ágil, a linguagem pitoresca e o afiado senso de humor de Leiber, narram os contos de dois aventureiros fanfarrões às voltas com uma paleta variada de traição e corrupção, magos diabólicos, reinos mágicos, belas mulheres e uma ampla dose de inimigos espadachins.
Leiber é reconhecido como uma das principais forças criativas da literatura fantástica. Um habitual vencedor dos Prêmios Hugo e Nebula (“Ill Met in Lankhmar / Péssimos Encontros em Lankhmar”, que foi incluído na mini-série em quatro volumes da Epic Comics, deu a Leiber o Hugo e o Nebula de Melhor Conto de 1971), ele também foi honrado com o Prêmio World Fantasy Life em 1976 por uma vida de realizações nessa área de atividade.
Seus romances e contos continuam inéditos no Brasil até hoje. Entre seus créditos estão os romances Conjure Wife (1943), Gather, Darkness! (1944), The Green Millennium (1953), The Wanderer (1964), A Spectre is Haunting Texas (1969), You’re All Alone (1972), Our Lady of Darkness (1977) etc, e os contos “Two Sought Adventure” (1939), “The Mutant’s Brother” (1943), “The Dreams of Albert Moreland” (1945), “The Dead Man” (1950), “The Night He Cried” (1953), “The Last Letter” (1958), “Mariana” (1960), “Gonna Roll the Bones” (1967) etc. Além, é claro, de todas as histórias de “Fafhrd and the Gray Mouser”.
Fritz Leiber faleceu em 05 de setembro de 1992, aos 81 anos, em San Francisco, California. Hoje seu universo de “Espada & Feitiçaria” de Lankhmar voltou a ser popular nos EUA graças à republicação desta adaptação em quadrinhos e ao lançamento de uma coleção de oito livros iniciada em novembro de 2006 pela Dark Horse, que também está desenvolvendo uma versão para o cinema.
HOWARD CHAYKIN nasceu em Newark, Nova Jersey, em 7 de outubro de 1950, e iniciou sua carreira profissional como assistente de arte de pesos-pesados da indústria dos quadrinhos como Wallace Wood, Gray Morrow, Neal Adams e Gil Kane. É importante notar que seu trabalho de destaque foi como artista da primeira adaptação em quadrinhos das histórias de “Fafhrd and the Gray Mouser”, em 1973, para a DC Comics. Em 1977, fez a adaptação para os quadrinhos do filme Star Wars. Seu estilo gráfico único proporcionou-lhe uma constante sucessão de projetos de revistas em quadrinhos e em 1980 ele afastou-se da área para procurar outras pastagens – finalmente ganhando a vida como ilustrador de livros. Entre seus créditos de roteiro e arte estão a genial série American Flagg! (seu polêmico retorno em 1983 ao mundo dos quadrinhos), O Sombra: Crime e Castigo (1986), Falcão Negro (1988), Black Kiss (1988), Nick Fury e Wolverine (1989), Midnight Men (1993), Power & Glory (1994), Cyberella (1996), Iron Wolf: As Chamas da Revolução (2000), Bite Club (2004), American Century (2001), Guy Gardner: O Pacificador (2006) etc. Seus trabalhos mais recentes como desenhista incluem Blade, Wolverine e War is Hell: The First Flight of the Phantom Eagle. Howard também desenvolveu alguns trabalhos para TV (The Flash, Viper e Mutant X) e para o cinema.
MIKE MIGNOLA nasceu em 16 de setembro de 1960 em Berkeley, California, e se formou na California College of Arts & Crafts em 1982. Em dois meses, Mike encontrou seu caminho na indústria dos quadrinhos e prontamente se estabeleceu como “um péssimo arte-finalista trabalhando em alguns gibis que não merecem ser lembrados”. (Desculpa, Mike, foi você quem disse isso, não a gente!) Sua carreira floresceu, entretanto, quando começou a dedicar suas energias exclusivamente ao desenho, rapidamente tornando-se um dos artistas favoritos entre os profissionais da indústria e os fãs. Seu trabalho em Crônicas de Lankhmar: As Aventuras de Fafhrd & Gatuno (Fafhrd and the Gray Mouser, no original) é um dos melhores da sua carreira, que também inclui Odisséia Cósmica (1988), Gotham City 1889 (1989), Doutor Estranho & Doutor Destino: Triunfo & Tormenta (1989). Em 1994, ele criou Hellboy, o personagem que consagrou definitivamente seu talento nos quadrinhos e, mais recentemente, no cinema. Mike Mignola também trabalhou em projetos de animação, como Atlantis – O Reino Perdido (2001), da Disney, e produções cinematográficas como Drácula de Bram Stoker (1992) e Blade II (2002). Seu estilo distinto foi definido pelo escritor Alan Moore como uma “mistura de expressionismo alemão com Jack Kirby”. Embora pareça um velho impaciente, Mike insiste que é um sujeito muito simpático.
AL WILLIAMSON nasceu em 21 de março de 1931 na cidade de Nova York. Com uma carreira profissional atravessando mais de quatro décadas, esse desenhista é um dos talentos mais solicitados e respeitados do mundo dos quadrinhos. Desde seu primeiro trabalho publicado em 1948, a prolífica produção de Al inclui seu célebre rol de histórias de ficção científica para a E.C. Comics; a tira de jornal Agente Secreto X-9 (numa parceria com o lendário roteirista e editor Archie Goodwin, de 1967 a 1980), a revista em quadrinhos Flash Gordon (1966), e as adaptações em quadrinhos dos filmes Star Wars: O Império Contra-Ataca (1979), Blade Runner (1982) e Star Wars: O Retorno do Jedi (1983). A partir da década de 80, tornou-se um célebre arte-finalista da Marvel em títulos de personagens como Homem-Aranha e Demolidor, entre outros.
SHERILYN VAN VALKENBURGH recebeu seu diploma de bacharel em Artes pelo Pratt Institute em 1984. Desde então, ela tem trabalhado como ilustradora e colorista para várias editoras de revistas e livros. Entre seus créditos de arte e colorização estão Moonshadow, Blood: Uma História de Sangue, American Century, Fábulas, Enigma e diversos títulos da DC Comics e do selo Vertigo.
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| Previews |
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| As histórias deste volume: |
CAPÍTULO UM
PÉSSIMOS ENCONTROS em LANKHMAR
Adaptação do conto publicado originalmente como “Ill Met in Lankhmar” (1970) e vencedora dos prêmios Hugo e Nebula.
CAPÍTULO DOIS
O CÍRCULO MALDITO
Adaptação do conto publicado originalmente como “The Circle Curse” (1970).
CAPÍTULO TRÊS
A TORRE ASSOMBRADA
Adaptação do conto publicado originalmente como “The Howling Tower” (1941).
CAPÍTULO QUATRO
O PREÇO do ALÍVIO
Adaptação do conto publicado originalmente como “The Price of Pain-Ease” (1970).
CAPÍTULO CINCO
O BAZAR do BIZARRO
Adaptação do conto publicado originalmente como “Bazaar of the Bizarre” (1963).
CAPÍTULO SEIS
TEMPOS DIFÍCEIS em LANKHMAR
Adaptação do conto publicado originalmente como “Lean Times in Lankhmar” (1959).
CAPÍTULO SETE
QUANDO o REI dos MARES ESTÁ FORA...
Adaptação do conto publicado originalmente como “When the Sea-King's Away” (1960).
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| Outras
informações |
CRÔNICAS DE LANKHMAR:
AS AVENTURAS DE FAFHRD & GATUNO
Formato: 16,5 cm × 24,0 cm
Estrutura: 200 páginas coloridas em papel couchê 90g
Editora original: Dark Horse Comics
História: Howard Chaykin (adaptado dos textos originais de Fritz Leiber)
Desenhos: Desenhos: Mike Mignola
Arte-final: Al Williamson
Colorido: Sherilyn van Valkenburgh
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