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Baby Blues: O Bebê Chegou... E Agora?! |
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Qual mulher nunca sentiu vontade de esticar o braço até o outro lado da mesa do café da manhã pra espremer uma toranja no nariz do seu querido amor? Qual homem nunca confessou seu sofrimento por não poder estar em casa nas épocas de crise e depois, às escondidas, riu de alegria porque pode fugir pro trabalho? Qual adulto responsável e maduro nunca esperou uma visita da mãe e do pai com o mesmo grau de prazer e horror?
Baby Blues confirma os nossos temores de que homens e mulheres vêm de planetas diferentes, mas, ao mesmo tempo, também nos enche de otimismo por nos mostrar que podemos dar um jeito de gostarmos uns dos outros...
Nas páginas de BABY BLUES você verá exatamente o que as pessoas sentem: uma mistura de amor, angústia, insegurança e esperança. E seus criadores e autores, Jerry e Rick, nunca optam pela saída mais fácil; eles estão dispostos a ir além das piadas óbvias que poderiam fazer, para criar os momentos simples e genuínos da vida real.
BABY BLUES é um verdadeiro sucesso mundial, sendo publicada diariamente em mais de 1.100 jornais, em 28 países, e em 13 línguas! Afinal, os dramas e as alegrias de pais e mães são universais...

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| Baby Blues pelo mundo |
Quando Rick Kirkman e Jerry Scott discutiram pela primeira vez a possibilidade de produzirem juntos uma tira de jornal sobre a experiência de ser pai, Rick, pelo menos, sabia do que ele estava falando. Ele e sua esposa tinham tido a primeira filha em 1984 e, em 1987, a segunda. Jerry, que não tinha filhos, achava muito engraçado as trapalhadas em que Rick se metia como pai. Por isso, ele decidiu escrever sobre o que ele via na casa dos Kirkman – ataques de mau humor, fraldas sujas, dores de dente. Quando Rick começou a desenhar, nasceu Baby Blues.
Desde o dia em que apareceu pela primeira vez nos jornais, em 7 de janeiro de 1990, a tira tem encantado pais, avós e crianças. À medida que os anos foram se passando, a lista de jornais que publica a tira cresceu – quase tão rápido quanto os filhos dos MacPhersons. Hoje em dia ela aparece em mais de 1.100 jornais, de 28 países e treze línguas diferentes – no Brasil ela aparece nos jornais O Globo e Agora com o título Zoé e Zezé – e já deu origem a mais de trinta livros. Em 1995, Baby Blues ganhou o prêmio de Melhor Tira do Ano da National Cartoonists Society.
Em 2000, Baby Blues foi transformada em uma série de desenhos animados que foi ao ar pela Warner Brothers no período entre os dias 28 de julho e 25 de agosto. A voz de Darryl foi feita por Mike O’Malley e a voz de Wanda por Julia Sweeney. A série de TV focava mais o relacionamento de Darryl e Wanda com os Bittermans, uma família de vizinhos que tinha três filhos (Rodney, Megan e Shelby). Kenny trabalhava com Derryl e Bizzy era a babá de Zoe.
Mais tarde, a série foi ao ar pela Cartoon Network.
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| A Família MacPerson |
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Darryl MacPherson, o pai em Baby Blues, é um cara com um pouco mais de trinta anos, que ocupa um cargo de médio-escalão na empresa onde trabalha e está a meio caminho da maior aventura de sua vida, ser pai. Darryl adora ser pai, apesar desse ser o trabalho mais pesado que ele já teve na vida (sem contar aquele emprego temporário na jaula do elefante no zoológico da cidade). Ele está presente sempre que possível para dar uma mão, limpar um nariz, beijar um bumbum ou espantar um monstro daquele jeito que só um pai de verdade é capaz de fazer.
Darryl continua apaixonado por Wanda depois de onze anos de casamento. Ou pelo menos tão apaixonado quanto é possível nas atuais circunstâncias.
Wanda Wizowski-MacPherson nunca havia pensado que era do tipo maternal até seu relógio biológico começar a soar como um alarme de incêndio. Wanda deixou o emprego de tempo integral como relações públicas para trabalhar em tempo integral como mãe de um recém-nascido.
Wanda é uma pessoa complexa... parte mãe protetora, parte organizadora dinâmica e parte mulher exausta. Ter uma criança de colo e um desordeirozinho de cinco anos de idade em casa ocupa a maior parte de seu tempo, exige toda sua atenção e pôs em curto-circuito a maior parte de seus neurônios. Ele dá a si mesma e a Darryl o crédito pela criação do mais perfeito método de controle da natalidade que existe... dois filhos em casa.
Apesar de todo o trabalho e confusão, Wanda ama Darryl e seus filhos e não gostaria de mudar nada na sua vida. Sério. Sem brincadeira. A não ser, talvez, que houvesse uma montanha de dinheiro envolvida. E um iate. E uma longa temporada num spa chique. Talvez algum tempo sozinha no banheiro.
Zoe é a primeira filha de Darryl e Wanda. Excêntrica e barulhenta, ela reinou soberana no lar dos MacPhersons durante os três primeiros anos de sua vida. Depois de ter cada arroto, bolha e balbucio filmado ou fotografado, Zoe teve de encarar a dura realidade de ser a filha mais velha quando seu irmão Hamish (ou Hammie) nasceu.
Zoe é uma boa irmã mais velha, ela tem um vocabulário bastante grande para sua idade e quer ser uma Barbie veterinária/médica/bailarina quando crescer. Agora, com cinco anos de idade, ela está na pré-escola e deve ir para o pré-primário no ano que vem.
Hamish MacPherson tem um ano e meio de idade. Ele tem um chumaço de cabelo com a textura de uma escova de roupa, orelhas enormes e um par de dentes capaz de perfurar kevlar
Hammie não só aprendeu a engatinhar, que gosta mais do que rolar para onde quer que ele queira ir. Agora que está mais velho, ele corre pela casa com um caminhãozinho na mão imitando o barulho do motor. Ele é um bebê de boa índole e paciente que sente um fascínio enorme por qualquer coisa que role, exploda ou tenha um motor.
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| Sobre os Autores |
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| Baby Jerry |
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Jerry Scott nasceu no dia 2 de maio de 1955, em Elkhart, Indiana, e foi criado em South Bend. Mais tarde, mudou-se para Lake Havasu City, no Arizona. Seu primeiro contato profissional com os jornais foi entregando os exemplares do South Bend Tribune com sua bicicleta antes do sol nascer. Ele ganhava uns cem dólares por mês, mas a maior recompensa não era o dinheiro e sim o fato de poder ser a primeira pessoa do bairro a ler a página de quadrinhos à luz de sua lanterna.
Jerry começou a trabalhar profissionalmente como cartunista no meio da década de 70, depois de vender um cartoon para o Saturday Evening Post. Em 1983, ele passou a desenhar a tira da Nancy que ele continuou a reinventar por 12 anos.
Em 1990, ele criou Baby Blues junto com Rick Kirkman (Jerry escreve e Rick desenha). No início a tira era baseada na segunda filha de Rick, mas, em 1993, Kim e Jerry, ganharam um filho para amar, educar e ajudá-lo a produzir piadas.
Em 1996, Jerry teve a idéia de fazer uma tira sobre um adolescente e, junto com o talento artístico de Jim Borgman, criou Zits. No início, a tira foi distribuída para 200 jornais, mas hoje em dia ela é publicada em mais de 1.500 jornais, em 45 países, em 15 línguas diferentes.
Scott recebeu vários prêmios, dentre eles três vezes o de melhor tira do ano da National Cartoonists Society, o Adamson, o prêmio portante da Suécia, e o Max e Moritz da Alemanha de Melhor Tira Estrangeira. Em 2002, Jerry ganhou o Reuben Award como Cartunista do Ano, oferecido pela National Cartoonists Society.
Jerry vive com a esposa e duas filhas na Califórnia de quem ele rouba idéias todos os dias.
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| Baby Rick |
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Rick Kirkman começou a desenhar amadoristicamente mais ou menos quando estava no jardim da infância. Sua carreira profissional começou no primeiro ano do colegial quando ele desenhou uma paródia da revista Mad. Como tinha apenas uma cópia do trabalho, ele cobrava para deixar que seus amigos a lessem, até que os pais de seus amigos descobrissem o que estava acontecendo.
Jerry fez desenhos para as páginas amarelas, trabalhou numa agência de propaganda e como ilustrador free-lance. Ele conheceu Jerry Scott na época em que estava trabalhando como cartunista free-lance, mais de vinte anos atrás e eles acabaram se tornando amigos e mais tarde parceiros.
Rick vive no Arizona com a esposa e dois filhos.
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| Preview |
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| Outras
informações |
BABY BLUES: O BEBÊ CHEGOU... E AGORA?!
Formato: 21,0 cm × 21,0 cm
Estrutura: 128 páginas preto-e-branco em papel off-set 90 g/m²
Capa: Cartão 250 g/m², laminação brilhante
Criação, História e Arte: Rick Kirkman & Jerry Scott |
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